SANTOS DA CAPELA
Esquerda: Santo António Alegria
Centro: Nossa Senhora da Conceição
Direita: S. João
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
HISTÓRIA
VILARELHOS - ALFÂNDEGA DA FÉ
VILARELHOS: A aldeia de Vilarelhos é de origem muito antiga, existindo na área da freguesia vestígios do período romano e sendo atestada a sua importância económica pela existência do mais importante monumento não religioso do concelho, o solar do Morgado de Vilarelhos, de traça barroca.
A povoação situa se a cerca de doze quilómetros de Alfândega da Fé, para poente e na parte superior do Vale da Vilariça, possuindo ainda alguns terrenos incluídos na Região Demarcada do Vinho do Porto, pelo que a vinha e o olival são as principais riquezas da sua população, muito embora actualmente a fruticultura e a horticultura, mercê do clima propício da zona, venha a ganhar cada vez mais importância na economia da freguesia.
O edifício onde até há bem pouco tempo funcionou a junta de freguesia e a escola pré primária possui um interessante alpendre com colunas de granito que, juntamente com uma fonte de mergulho e um tanque público forma o mais bonito recanto da localidade. Este edifício foi, seguramente, uma capela, ou mesmo, em tempos recuados, a primeira igreja Matriz. Na freguesia existe a barragem do Salgueiro, destinada à irrigação dos terrenos próximos e local aprazível nos dias quentes de Verão. Outro elemento cultural relevante é o cabeço de Nossa Senhora dos Anúncios em cuja vertente nordeste foi encontrada uma necrópole romana, estudada Santos Júnior, que também avançou a hipótese de ali ter existido um castro. Realizam se festas em honra de Nossa Senhora dos Anúncios, no 3° fim de semana de Agosto e de S. Tomé, a 23 de Dezembro.
Anónimo
11 de junho de 2013 às 23:00 DA MINHA TERRA.
Camilo António de Almeida da Gama de Lemos de Mendonça (Alfândega da Fé, Vilarelhos, 23 de Julho de 1921 — Oeiras, Oeiras e São Julião da Barra, 5 de Abril de 1984) foi um engenheiro agrónomo, político e dirigente cooperativo que se notabilizou como o principal impulsionador da construção do Complexo Industrial do Cachão, um empreendimento agro-industrial que contribuiu para revolucionar a agricultura tradicional do nordeste de Portugal.
VILARELHOS: A aldeia de Vilarelhos é de origem muito antiga, existindo na área da freguesia vestígios do período romano e sendo atestada a sua importância económica pela existência do mais importante monumento não religioso do concelho, o solar do Morgado de Vilarelhos, de traça barroca.
A povoação situa se a cerca de doze quilómetros de Alfândega da Fé, para poente e na parte superior do Vale da Vilariça, possuindo ainda alguns terrenos incluídos na Região Demarcada do Vinho do Porto, pelo que a vinha e o olival são as principais riquezas da sua população, muito embora actualmente a fruticultura e a horticultura, mercê do clima propício da zona, venha a ganhar cada vez mais importância na economia da freguesia.
O edifício onde até há bem pouco tempo funcionou a junta de freguesia e a escola pré primária possui um interessante alpendre com colunas de granito que, juntamente com uma fonte de mergulho e um tanque público forma o mais bonito recanto da localidade. Este edifício foi, seguramente, uma capela, ou mesmo, em tempos recuados, a primeira igreja Matriz. Na freguesia existe a barragem do Salgueiro, destinada à irrigação dos terrenos próximos e local aprazível nos dias quentes de Verão. Outro elemento cultural relevante é o cabeço de Nossa Senhora dos Anúncios em cuja vertente nordeste foi encontrada uma necrópole romana, estudada Santos Júnior, que também avançou a hipótese de ali ter existido um castro. Realizam se festas em honra de Nossa Senhora dos Anúncios, no 3° fim de semana de Agosto e de S. Tomé, a 23 de Dezembro.
Anónimo
11 de junho de 2013 às 23:00 DA MINHA TERRA.
Camilo António de Almeida da Gama de Lemos de Mendonça (Alfândega da Fé, Vilarelhos, 23 de Julho de 1921 — Oeiras, Oeiras e São Julião da Barra, 5 de Abril de 1984) foi um engenheiro agrónomo, político e dirigente cooperativo que se notabilizou como o principal impulsionador da construção do Complexo Industrial do Cachão, um empreendimento agro-industrial que contribuiu para revolucionar a agricultura tradicional do nordeste de Portugal.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Santos da capela do solar: SOLAR DO MORGADO DE VILARELHOS
SANTOS DA CAPELA
Esquerda: Santo António Alegria
Centro: Nossa Senhora da Conceição
Direita: S. João
Esquerda: Santo António Alegria
Centro: Nossa Senhora da Conceição
Direita: S. João
Etiquetas:
CAPELA DO SOLAR,
Solar do Morgado de Vilarelhos
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
SOLAR DO MORGADO
Solar do Morgado de Vilarelhos
IPA.00000560
Portugal, Bragança, Alfândega da Fé, Vilarelhos
Edifício e estrutura Edifício Residencial
senhorial Casa nobre Casa nobre Tipo planta em
U
Arquitectura residencial, setecentista. Solar de planta em
U, integrando capela com decoração marcadamente barroca no ângulo SE., com ala
de provável construção oitocentista que lhe conferirá a actual planta em U.
Descrição
Planta composta em U integrando capela no ângulo SE., com
pátio interior ladeado por muro pelo lado S. dispondo de portal de acesso.
Edifícios de função agrícola adossam-se às alas do edifício desenvolvendo-se para o lado oposto à fachada principal.
Um muro corre também pelo lado N. cercando espaço de jardim.
Volumes articulados no solar e na capela, coberturas diferenciada em quatro, três e duas águas no edifício central, capela e edifícios anexos.
Fachada principal orientada a E. flanqueada a S. por capela, sendo as outras duas alas do solar orientadas a N. e S..
Apresenta porta central de verga curva flanqueada por dois pequenos óculos e ladeada por dois vãos gradeados no 1º piso. No 2º rasgam-se seis janelas de guilhotina com molduras recortadas e decoradas com elementos vegetalistas.
É rematada por cornija. A capela, cuja separação na fachada é marcada por pilastras encimadas por urnas, tem portal encimado por janela de sacada, com balcão ondulado provido de balaústres graníticos, coroada por pedra de armas.
Remata em frontão curvo interrompido sobrepujado por cruz latina ao centro.
Toda a fachada recebeu reboco amarelo ocre, hoje bastante danificado, com excepção do embasamento. Para E. orienta-se também o lagar com porta de acesso para a rua.
Alçado S.: pano da nave ostentando um vão, rematado por cornija e com arco sineiro muito elaborado. Pano na capela-mor, reentrante, com óculo encimado por janela de guilhotina de moldura decorada ladeado por pequeno vão.
Pano de edifício anexo com uma porta e pano S. do lagar.
Portal de acesso ao pátio interior encimado por padieira com data inscrita: "1744".
Alçado O.: pano correspondente ao lagar e cozinha encimada por imponente chaminé em silhares graníticos rematada por cornija e pináculos nos ângulos.
No pano O correspondente à ala N. do edifício, no piso inferior adossam-se construções anexas e no piso superior rasgam-se três janelas, umas das quais geminada e decorada.
A fachada N. é rebocada a branco nos primeiros panos e a bege no 3º, com portas e gradeamentos pintados a verde.
O 1º pano tem porta térrea, que a diferença de cota do terreno permitiu abrir, flanqueada por pequenos vãos. No registo seguinte rasgam-se cinco vãos, três de maiores dimensões alternando com dois menores, e no último registo três janelas de sacada.
No 2º pano abre-se porta térrea encimada por janela no piso superior e no 3º uma janela em cada um dos dois pisos.
Remata com cornija. No telhado, uma trapeira abre para este lado.
Edifícios de função agrícola adossam-se às alas do edifício desenvolvendo-se para o lado oposto à fachada principal.
Um muro corre também pelo lado N. cercando espaço de jardim.
Volumes articulados no solar e na capela, coberturas diferenciada em quatro, três e duas águas no edifício central, capela e edifícios anexos.
Fachada principal orientada a E. flanqueada a S. por capela, sendo as outras duas alas do solar orientadas a N. e S..
Apresenta porta central de verga curva flanqueada por dois pequenos óculos e ladeada por dois vãos gradeados no 1º piso. No 2º rasgam-se seis janelas de guilhotina com molduras recortadas e decoradas com elementos vegetalistas.
É rematada por cornija. A capela, cuja separação na fachada é marcada por pilastras encimadas por urnas, tem portal encimado por janela de sacada, com balcão ondulado provido de balaústres graníticos, coroada por pedra de armas.
Remata em frontão curvo interrompido sobrepujado por cruz latina ao centro.
Toda a fachada recebeu reboco amarelo ocre, hoje bastante danificado, com excepção do embasamento. Para E. orienta-se também o lagar com porta de acesso para a rua.
Alçado S.: pano da nave ostentando um vão, rematado por cornija e com arco sineiro muito elaborado. Pano na capela-mor, reentrante, com óculo encimado por janela de guilhotina de moldura decorada ladeado por pequeno vão.
Pano de edifício anexo com uma porta e pano S. do lagar.
Portal de acesso ao pátio interior encimado por padieira com data inscrita: "1744".
Alçado O.: pano correspondente ao lagar e cozinha encimada por imponente chaminé em silhares graníticos rematada por cornija e pináculos nos ângulos.
No pano O correspondente à ala N. do edifício, no piso inferior adossam-se construções anexas e no piso superior rasgam-se três janelas, umas das quais geminada e decorada.
A fachada N. é rebocada a branco nos primeiros panos e a bege no 3º, com portas e gradeamentos pintados a verde.
O 1º pano tem porta térrea, que a diferença de cota do terreno permitiu abrir, flanqueada por pequenos vãos. No registo seguinte rasgam-se cinco vãos, três de maiores dimensões alternando com dois menores, e no último registo três janelas de sacada.
No 2º pano abre-se porta térrea encimada por janela no piso superior e no 3º uma janela em cada um dos dois pisos.
Remata com cornija. No telhado, uma trapeira abre para este lado.
Acessos
Vilarelhos, núcleo NO. da aldeia
Protecção
Inexistente
Grau
2 - imóvel ou conjunto com valor tipológico, estilístico ou
histórico ou que se singulariza na massa edificada, cujos elementos estruturais
e características de qualidade arquitectónica ou significado histórico deverão
ser preservadas. Incluem-se neste grupo, com excepções, os objectos edificados
classificados como Imóvel de Interesse Público.
Enquadramento
Urbano, ladeado por ruas empedradas.
Situa-se num ponto pouco elevado num dos extremos da aldeia. Uma propriedade agrícola, murada, desenvolve-se em frente à fachada principal e a S., do outro lado da estreita rua, ergue-se uma casa.
Para as traseiras do edifício estende-se a propriedade fundiária do solar.
Situa-se num ponto pouco elevado num dos extremos da aldeia. Uma propriedade agrícola, murada, desenvolve-se em frente à fachada principal e a S., do outro lado da estreita rua, ergue-se uma casa.
Para as traseiras do edifício estende-se a propriedade fundiária do solar.
Descrição Complementar
Pedra de armas: partido: a primeira pala cortada de Pereira
e de Lemos a segunda de Azevedos.
Utilização Inicial
Residencial: casa nobre
Utilização Actual
Residencial: casa
Propriedade
Privada: pessoa singular
Afectação
Sem afectação
Época Construção
Séc. 18
Arquitecto / Construtor / Autor
Desconhecido.
Cronologia
Séc. 17 - instituição do morgadio por João de Azevedo
Pereira, cavaleiro da Ordem de Cristo, que casou com D. Bernarda Maria Josefa
de Almeida Menezes; séc. 18, meados - construção do actual edifício; 1744 -
data inscrita sobre o portal; 1800 - nasce o 4.º morgado de Vilarelhos,
Francisco António Pereira de Lemos, cuja filha natural herdeira da casa, vem a
desposar Camilo Mendonça; séc. 19, finais - provável construção da ala N., na
totalidade ou em parte; 1910 - morte do 2º morgado, filho de Camilo Mendonça;
1922 - morte de Camilo Mendonça *3; 1994, 18 outubro - proposto como Monumento
Nacional pelo PDM de Alfândega da Fé, DR 241.
Dados Técnicos
Sistema estrutural de paredes portantes.
Materiais
Granito, xisto, cimento, madeira, vidro, ferro, telha.
Bibliografia
ALVES, Francisco Manuel, Memórias Arqueológico-Históricas do
Distrito de Bragança. Os Fidalgos, vol. 6, Bragança, 1981; HIDROPROJECTO, Plano
Director Municipal de Alfândega da Fé. Proposta de Plano, vol. 2, AMTQT, 1993;
www.progenea.com, 20 Outubro 2006; VILARES, João Baptista, Monografia do
Concelho de Alfândega da Fé, Porto, s.d.;
Documentação Gráfica
IHRU: DGEMN/DSID
Documentação Fotográfica
IHRU: DGEMN/DSID
Documentação Administrativa
Intervenção Realizada
Proprietário: séc. 20, década de 90 - obras de restauro nas
alas E. e S. do edifício.
Observações
*1 - Integrado no "Complexo de Povoamento 2"
proposto como Monumento Nacional pelo PDM de Alfândega da Fé e constituído
ainda pela pedra escrita de Redevides em Santa Justa, pelo Castro e pela
Necrópole de Nossa Senhora dos Anúncios, pela aldeia de Santa Justa, pelo
Castro de Santa Justa e pelo Solar de Santa Justa.
*2 - Os proprietários que após partilhas têm vindo a restaurar a casa (alas No. e NE.) residem em Lisboa deslocando-se no entanto com frequência a Vilarelhos.
*3 - Sobrinha e também herdeira do 1º morgado foi Dª Antónia de Vasconcelos Pereira de Lemos, casada com Manuel da Costa Pessoa Pinto Cardoso (ALVES, 1981). A capela substituiu a igreja paroquial em alturas em que esta, por obras ou outra impossibilidade, não permitia a celebração do culto.
*4 - Um desenho algo ingénuo do brasão é publicado em (ALVES, 1981).
*2 - Os proprietários que após partilhas têm vindo a restaurar a casa (alas No. e NE.) residem em Lisboa deslocando-se no entanto com frequência a Vilarelhos.
*3 - Sobrinha e também herdeira do 1º morgado foi Dª Antónia de Vasconcelos Pereira de Lemos, casada com Manuel da Costa Pessoa Pinto Cardoso (ALVES, 1981). A capela substituiu a igreja paroquial em alturas em que esta, por obras ou outra impossibilidade, não permitia a celebração do culto.
*4 - Um desenho algo ingénuo do brasão é publicado em (ALVES, 1981).
Autor e Data
http://www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=560
domingo, 12 de outubro de 2014
HISTÓRIA
Freguesia de Vilarelhos
A freguesia de Vilarelhos situa-se no extremo ocidental do concelho de Alfândega da Fé e no limite com o município vizinho de Vila Flor. A nove quilómetros de Alfândega da Fé, encontra-se na margem esquerda da ribeira de Vilariça.
O topónimo Vilarelhos está relacionado com o povoamento deste território, que terá ocorrido no século X. Nessa época, terão surgido as primeiras povoações que formaram pequenas fracções de unidade agrária, muito reduzidas, daí que se chamassem de pequenos vilarelhos, visto que não podiam ser consideradas vilas. Remonta à pré-história o povoamento desta freguesia.
O povoado fortificado de Nossa Senhora dos Anúncios foi habitado durante um longo período, entre a Idade do Ferro e a Idade Média. A nordeste, existiu uma necrópole medieval, com as sepulturas estruturadas em lajes de xisto. Foram recolhidos no local fragmentos cerâmicos de cronologia medieval, romana e idade do ferro, fragmentos de mós e quantidades significativas de tegula. Actualmente, não resta nada ou quase nada do sistema de fortificação do povoado. No interior do actual santuário, encontra-se uma estela funerária dupla de mármore e um fragmento de uma estátua em granito, correspondente à cabeça e pescoço, representando um guerreiro com um torques ao pescoço.
A Necrópole do Larinho, perto de Barragem do Salgueiro, devia ser de origem romana. A construção de uma estrada destruiu praticamente todas as sepulturas existentes. Ainda assim, esta necrópole parece estar relacionada com o Santuário da Nossa Senhora dos Anúncios. Há ainda vestígios de dois antigos templos medievais ou modernos. Da capela de Santa Marinha, restam hoje apenas os alicerces das paredes, mas quando se sabe que o culto a Santa Marinha é normalmente iniciado na Idade Média, tem-se uma ideia da sua antiguidade.
A Capela de Santo Antão também está em ruínas. Tratava-se de uma pequena capela em ruínas, constituída por dois pequenos corpos. Os elementos decorativos são inexistentes, apresentando o corpo mais antigo apenas um portal com arco de volta perfeita. Poderá ser uma construção do século XVI. No século XII, Vilarelhos foi doado ao Mosteiro de Bouro, por D. Pedro Fernandes de “Bragança”. Estava então integrado em Santa Justa de Vilariça e Santiago de Lodões. No entanto, não aparecem referências à sua existência, quer nas Inquirições de 1258, de D. Afonso III, quer no Catálogo das Igrejas do Reino de 1321, de D. Dinis. Em termos de património edificado, à falta das duas capelas anteriormente referidas, hoje em ruínas, uma palavra para o Solar do Morgado de Vilarelhos, que a Câmara Municipal de Alfândega da Fé pretende propor como Monumento Nacional.
O edifício foi construído em meados do século XVIII. É um solar de planta em U, integrando capela com decoração marcadamente barroca no ângulo sudeste. Quanto à Igreja Paroquial de S. Tomé, é um templo barroco e revivalista. Foi construída no século XVIII.
Área: 1215 ha
População: 335 habitantes
Património cultural edificado: Igreja Matriz, Capelas de S. Tomé, da Senhora do Rosário, Ermida da Senhora dos Anúncios, Casas Brasonadas e Senhoriais, Cruzeiro
Feiras: Feira Anual a 22 de Dezembro pela festa de S. Tomé
Festas e Romarias: Festas de S. Tomé a 22 de Dezembro, da Senhora dos Anúncios no 3º Fim-de-semana de Agosto
Gastronomia: Polvo, Bacalhau (pelo Natal), Borrego, Folar da Páscoa
Locais de lazer: Ermida de Nossa Senhora dos Anúncios com Miradouro, Ruínas da Ermida de Stº Antão, Barragem do Salgueiro, Parque Infantil
Artesanato: Tecelagem, Ferraria, Cestaria em Vime
Orago: S. Tomé
Principais actividades económicas: Agricultura, Pastorícia, Amêndoa, Vinicultura, Olivicultura, Pequena Indústria, Pequeno Comércio
Colectividades: Grupo Desportivo e Recreativo de Vilarelhos, Associação de Amigos de S. Tomé
in:retratoserecantos.pt
O topónimo Vilarelhos está relacionado com o povoamento deste território, que terá ocorrido no século X. Nessa época, terão surgido as primeiras povoações que formaram pequenas fracções de unidade agrária, muito reduzidas, daí que se chamassem de pequenos vilarelhos, visto que não podiam ser consideradas vilas. Remonta à pré-história o povoamento desta freguesia.
O povoado fortificado de Nossa Senhora dos Anúncios foi habitado durante um longo período, entre a Idade do Ferro e a Idade Média. A nordeste, existiu uma necrópole medieval, com as sepulturas estruturadas em lajes de xisto. Foram recolhidos no local fragmentos cerâmicos de cronologia medieval, romana e idade do ferro, fragmentos de mós e quantidades significativas de tegula. Actualmente, não resta nada ou quase nada do sistema de fortificação do povoado. No interior do actual santuário, encontra-se uma estela funerária dupla de mármore e um fragmento de uma estátua em granito, correspondente à cabeça e pescoço, representando um guerreiro com um torques ao pescoço.
A Necrópole do Larinho, perto de Barragem do Salgueiro, devia ser de origem romana. A construção de uma estrada destruiu praticamente todas as sepulturas existentes. Ainda assim, esta necrópole parece estar relacionada com o Santuário da Nossa Senhora dos Anúncios. Há ainda vestígios de dois antigos templos medievais ou modernos. Da capela de Santa Marinha, restam hoje apenas os alicerces das paredes, mas quando se sabe que o culto a Santa Marinha é normalmente iniciado na Idade Média, tem-se uma ideia da sua antiguidade.
A Capela de Santo Antão também está em ruínas. Tratava-se de uma pequena capela em ruínas, constituída por dois pequenos corpos. Os elementos decorativos são inexistentes, apresentando o corpo mais antigo apenas um portal com arco de volta perfeita. Poderá ser uma construção do século XVI. No século XII, Vilarelhos foi doado ao Mosteiro de Bouro, por D. Pedro Fernandes de “Bragança”. Estava então integrado em Santa Justa de Vilariça e Santiago de Lodões. No entanto, não aparecem referências à sua existência, quer nas Inquirições de 1258, de D. Afonso III, quer no Catálogo das Igrejas do Reino de 1321, de D. Dinis. Em termos de património edificado, à falta das duas capelas anteriormente referidas, hoje em ruínas, uma palavra para o Solar do Morgado de Vilarelhos, que a Câmara Municipal de Alfândega da Fé pretende propor como Monumento Nacional.
O edifício foi construído em meados do século XVIII. É um solar de planta em U, integrando capela com decoração marcadamente barroca no ângulo sudeste. Quanto à Igreja Paroquial de S. Tomé, é um templo barroco e revivalista. Foi construída no século XVIII.
Área: 1215 ha
População: 335 habitantes
Património cultural edificado: Igreja Matriz, Capelas de S. Tomé, da Senhora do Rosário, Ermida da Senhora dos Anúncios, Casas Brasonadas e Senhoriais, Cruzeiro
Feiras: Feira Anual a 22 de Dezembro pela festa de S. Tomé
Festas e Romarias: Festas de S. Tomé a 22 de Dezembro, da Senhora dos Anúncios no 3º Fim-de-semana de Agosto
Gastronomia: Polvo, Bacalhau (pelo Natal), Borrego, Folar da Páscoa
Locais de lazer: Ermida de Nossa Senhora dos Anúncios com Miradouro, Ruínas da Ermida de Stº Antão, Barragem do Salgueiro, Parque Infantil
Artesanato: Tecelagem, Ferraria, Cestaria em Vime
Orago: S. Tomé
Principais actividades económicas: Agricultura, Pastorícia, Amêndoa, Vinicultura, Olivicultura, Pequena Indústria, Pequeno Comércio
Colectividades: Grupo Desportivo e Recreativo de Vilarelhos, Associação de Amigos de S. Tomé
in:retratoserecantos.pt
sábado, 11 de outubro de 2014
QUINTA DO BARRACÃO DA VILARIÇA
QUINTA DO BARRACÃO DA VILARIÇA
Vilarelhos5350-420, Alfandega da Fé
A Quinta do Barracão da Vilariça situa-se em Alfândega da Fé, em pleno vale da Vilariça, mesmo no coração do Nordeste Transmontano. A norte e a poucos quilómetros, situa-se a Serra de Bornes. A Quinta com 220 hectares é atravessada pela ribeira da Vilariça, distando a casa escassos 60 m da linha de água o que lhe dá um carácter particular. A quinta possui um excelente olival, vinhas, amendoais, áreas a perder de vista de pastagem para o gado ovino, churro/Terrincho da Terra Quente Transmontana, tendo uma produção de alta qualidade, com produtos DOP (Denominação de origem protegida): queijos e vinhos e outros certificados como biológicos: azeite e compotas.
A quinta foi estalagem no séc. XIX e está dotada de duas unidades de alojamento, Agro-Turismo e Casas de Campo.
O Agro-turismo é o local central, onde reside a família proprietária da Quinta. Na casa principal estão disponíveis 7 quartos e uma casa anexa junto à piscina tem ao dispor dos hóspedes, 2 quartos e 1 apartamento para 2 pessoas com sala e apoio de cozinha.
As Casas de Campo resultam da recuperação do antigo moinho hidráulico e situam-se no interior da Quinta a cerca de 800 metros da casa principal.
Estas três casas independentes, denominadas do Moleiro, do Cereal e da Maquia, formam um conjunto agradável para quem quiser desfrutar da calma, num ambiente simples e rural. A Casa do Moleiro tem 4 quartos duplos, uma sala e uma cozinha. A Casa do Cereal tem dois quartos duplos e uma pequena cozinha e a Casa da Maquia possui 1 quarto duplo, uma sala e um apoio de cozinha
A Quinta do Barracão da Vilariça além do alojamento de qualidade, conforto e aconchego, tem várias dependências devidamente equipadas e amplos espaços de estar e convívio, que convidam a uma estadia relaxante ou activa para os mais aventureiros. Para os hóspedes que apreciam a gastronomia regional, com marcação prévia, poderão degustar os produtos da Quinta nas provas e refeições.
O Vale da Vilariça, também é rico em legados pré-históricos, como inscrições rupestres no sítio da "Cova da Moura" e Pedra de Redevides.
A 1 km da Quinta do Barracão da Vilariça passa a estrada N102 a Caminho da aldeia da Trindade e Macedo de Cavaleiros, que fazia parte do percurso dos "Caminhos de Santiago".
A Quinta possui programas de animação turística, desde circuitos e percursos pedestres a visitas a sítios arqueológicos, passeios de barco e automóvel, de organização própria ou em colaboração com entidades externas especializadas.
A quinta foi estalagem no séc. XIX e está dotada de duas unidades de alojamento, Agro-Turismo e Casas de Campo.
O Agro-turismo é o local central, onde reside a família proprietária da Quinta. Na casa principal estão disponíveis 7 quartos e uma casa anexa junto à piscina tem ao dispor dos hóspedes, 2 quartos e 1 apartamento para 2 pessoas com sala e apoio de cozinha.
As Casas de Campo resultam da recuperação do antigo moinho hidráulico e situam-se no interior da Quinta a cerca de 800 metros da casa principal.
Estas três casas independentes, denominadas do Moleiro, do Cereal e da Maquia, formam um conjunto agradável para quem quiser desfrutar da calma, num ambiente simples e rural. A Casa do Moleiro tem 4 quartos duplos, uma sala e uma cozinha. A Casa do Cereal tem dois quartos duplos e uma pequena cozinha e a Casa da Maquia possui 1 quarto duplo, uma sala e um apoio de cozinha
A Quinta do Barracão da Vilariça além do alojamento de qualidade, conforto e aconchego, tem várias dependências devidamente equipadas e amplos espaços de estar e convívio, que convidam a uma estadia relaxante ou activa para os mais aventureiros. Para os hóspedes que apreciam a gastronomia regional, com marcação prévia, poderão degustar os produtos da Quinta nas provas e refeições.
O Vale da Vilariça, também é rico em legados pré-históricos, como inscrições rupestres no sítio da "Cova da Moura" e Pedra de Redevides.
A 1 km da Quinta do Barracão da Vilariça passa a estrada N102 a Caminho da aldeia da Trindade e Macedo de Cavaleiros, que fazia parte do percurso dos "Caminhos de Santiago".
A Quinta possui programas de animação turística, desde circuitos e percursos pedestres a visitas a sítios arqueológicos, passeios de barco e automóvel, de organização própria ou em colaboração com entidades externas especializadas.
O que pode encontrar na Quinta do Barracão da Vilariça:
Núcleo da Vilariça:
- 9 Quartos (7duplos e 2 Twins) todos com Casa de banho privativa, aquecimento central e TV;
- 1 Apartamento para 2 pessoas;
- Sala de Jogos com Snooker
- Estacionamento
- Jardins
- Piscina
- Canil
- Parque infantil
- Sala de Estar com lareira
- Refeições mediante solicitação
- Aluguer de canoas e bicicletas
Núcleo da Vilariça:
- 9 Quartos (7duplos e 2 Twins) todos com Casa de banho privativa, aquecimento central e TV;
- 1 Apartamento para 2 pessoas;
- Sala de Jogos com Snooker
- Estacionamento
- Jardins
- Piscina
- Canil
- Parque infantil
- Sala de Estar com lareira
- Refeições mediante solicitação
- Aluguer de canoas e bicicletas
Núcleo do Moinho
- Casa do Moleiro - 4 quartos duplos com wc privativo, cozinha e sala com lareira
- Casa do Cereal - 2 quartos duplos com wc privativo e cozinha
- Casa da Maquia – 1 quarto duplo, wc e sala com kitchenette
- Casa do Moleiro - 4 quartos duplos com wc privativo, cozinha e sala com lareira
- Casa do Cereal - 2 quartos duplos com wc privativo e cozinha
- Casa da Maquia – 1 quarto duplo, wc e sala com kitchenette
Preços:
Quarto Duplo: 65 Euros/noite
Quarto individual: 50 Euros/noite
Cama Extra: 25 Euros/noite
Apartamento para 2 pessoas: 85 Euros/noite
Quarto Duplo: 65 Euros/noite
Quarto individual: 50 Euros/noite
Cama Extra: 25 Euros/noite
Apartamento para 2 pessoas: 85 Euros/noite
Casa da Maquia - 2 pessoas – 75 Euros/noite
Casa do Cereal - 4 pessoas - 120 Euros/noite
Casa do Moleiro - 8 pessoas – 240 Euros/noite
Casa do Cereal - 4 pessoas - 120 Euros/noite
Casa do Moleiro - 8 pessoas – 240 Euros/noite
Preços com pequeno-almoço incluído. Cama extra apenas para crianças até 12 anos.
Condições especiais para estadas prolongadas e época baixa. Consulte-nosinfo@center.pt
Condições especiais para estadas prolongadas e época baixa. Consulte-nosinfo@center.pt
Para mais informações ou reservas, por favor, contacte - vilarica@casasnocampo.net ou Tel. +351 258 931 750
ACTIVIDADES
A Quinta do Barracão da Vilariça disponibiliza diversos programas de animação turística, desde circuitos e percursos pedestres a visitas a sítios arqueológicos, passeios de barco e automóvel, de organização própria ou em colaboração com entidades externas especializadas. Consulte a CENTER – info@center.pt – para informações mais detalhadas sobre as excelentes alternativas que tem ao seu dispor, nomeadamente:
CIRCUITOS PEDESTRES E DE BICICLETA
PASSEIOS DE BARCO NO RIO DOURO E COMBOIO
PESCA E ZONA DE CAÇA TURÍSTICA
PARTICIPAÇÃO NAS ACTIVIDADES DA QUINTA
PASSEIOS DE BURRO
VISITAS LOCAIS E REGIONAIS EM VIATURA AUTOMÓVEL
FESTAS E ROMARIAS REGIONAIS
DESPORTO E LAZER
CIRCUITOS PEDESTRES E DE BICICLETA
PASSEIOS DE BARCO NO RIO DOURO E COMBOIO
PESCA E ZONA DE CAÇA TURÍSTICA
PARTICIPAÇÃO NAS ACTIVIDADES DA QUINTA
PASSEIOS DE BURRO
VISITAS LOCAIS E REGIONAIS EM VIATURA AUTOMÓVEL
FESTAS E ROMARIAS REGIONAIS
DESPORTO E LAZER
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Carta de Doação
Carta de Doação, feita por D. Dinis a D. João Afonso, seu filho, das Aldeias do Outeiro de Miranda,de Vila Verde de Bragança, de Vilarelhos e outras.
Carta régia de doação ao infante D. João Afonso da aldeia do Outeiro de Miranda 1313 [E. 1351], Vila Franca, Março, 19.Carta régia de doação ao infante D. João Afonso das aldeias do Outeiro de Miranda, Vila Verde de Bragança, Vilarelhos da Terra de Valariça, Cortiços e Cernadela em terra de Ledra. En o nome de deus Amen. Sabham quantos esta carta uirem como Eu Don Denis pela graça de deus Rey de Portugal / e do Algarue Ensembra con A Reya dona Jsabel mha Molher e con o Jffante dom Afonso nosso filho primeyro herdeyro de / meu prazer e de mha liure uóóntade dou e outorgo a uos Joham Affonso meu filho por Jur de herdamento pera todo sempre, a Aldeya / do Outeyro de Miranda e a Aldeya de Vila uerde de Bragança, e a Aldeya de Vilarelhos de terra de valariça e a Aldeya / dos Cortiços e de Cernadela que son en terra de Leedra con todos seus termhos nouos e uelhos rotos e por Arronper. Montes fontes pascos Aguas / entradas e exidas perteenças e con portagem vozes e cóómhas omezios e todo outro Jur e derecto Real que eu y ey e de derecto deuo a auer / tanbem tenporal come spiritual. E mando que as aiades liures e quites e eysentas de todo chamamento e de todo foro que a mjm aiam de ffazer / ou a algua vila de meus Reynos. e melhor se as uos poderdes melhor auer. que uos e os uossos filhos lijdimos e aqueles que de uos de / cenderem lijdimamente de derecta linha as aiades e possuades pera todo sempre Liuremente sen contenda nenhua. E sse per uentuyra uos ou / os uossos filhos lijdimos ou aqueles que deles decenderem lijdimamente de derecta linha morrerdes sen filhos Lijdimos a sobredicta terra con / todos seus termhos e perteenças e con todos seus melhoramentos tornem sse aa Coroa do Reyno liuremente sen enbargo nenhúu. E prometo / a teer e aguardar a uos sobredicto Joham afonso esta doaçom sobredicta assy como dicto he. e nom urjr en contrayro. E se alguus dos / meus succesores ou outros o que lhys deus e nom leyxe fazer a uos ou a cada huu dos uossos filhos lijdimos ou aaqueles que deles decenderem / lijdimamente de dereyta linha esta mha doaçom quiserem enbargar nom lhy seia outorgado mays se solamente quiser prouar pera en / barga la aia a yra e a maldiçom de deus e de santa Maria e de toda a Corte celestial e a minha pera todo sempre. E os que esta / doaçom guardarem e conprirem seiam todos conpridos de toda beençom. E por esta mha doaçom seer mays firme e nom uijr / poys en duuida. dou ende esta mha carta ao dicto Joham Affonso seelada do meu seelo do Chunbo. Dante en. Vila franca / dez e noue dias de Março. El Rey o mandou. Bertolameu perez a ffez. Era de Mill trezentos cinquoenta e húü Ano.../ .el Rey a uyo://
El R. D. Danys
Lisboa, A.N.T. T.,
Gaveta 3, m. 2, doe. n.0 15.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
Solar do Morgado de Vilarelhos
Solar do Morgado de Vilarelhos | IPA.00000560 |
| Portugal, Bragança, Alfândega da Fé, Vilarelhos | |
| Arquitectura residencial, setecentista. Solar de planta em U, integrando capela com decoração marcadamente barroca no ângulo SE., com ala de provável construção oitocentista que lhe conferirá a actual planta em U. | |
| Número IPA Antigo: PT010401190038 | |
| Registo visualizado 127 vezes desde 27 Julho de 2011 |
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Registo |
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domingo, 13 de outubro de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Solar do Morgado de Vilarelhos
![]() |
| FOTO A.F.F.M. |
Planta composta em U integrando capela no ângulo SE., com pátio interior ladeado por muro pelo lado S. dispondo de portal de acesso. Edifícios de função agrícola adossam-se às alas do edifício desenvolvendo-se para o lado oposto à fachada principal. Um muro corre também pelo lado N. cercando espaço de jardim. Volumes articulados no solar e na capela, coberturas diferenciada em quatro, três e duas águas no edifício central, capela e edifícios anexos. Fachada principal orientada a E. flanqueada a S. por capela, sendo as outras duas alas do solar orientadas a N. e S.. Apresenta porta central de verga curva flanqueada por dois pequenos óculos e ladeada por dois vãos gradeados no 1º piso. No 2º rasgam-se seis janelas de guilhotina com molduras recortadas e decoradas com elementos vegetalistas. É rematada por cornija. A capela, cuja separação na fachada é marcada por pilastras encimadas por urnas, tem portal encimado por janela de sacada, com balcão ondulado provido de balaústres graníticos, coroada por pedra de armas. Remata em frontão curvo interrompido sobrepujado por cruz latina ao centro. Toda a fachada recebeu reboco amarelo ocre, hoje bastante danificado, com excepção do embasamento. Para E. orienta-se também o lagar com porta de acesso para a rua. Alçado S.: pano da nave ostentando um vão, rematado por cornija e com arco sineiro muito elaborado. Pano na capela-mor, reentrante, com óculo encimado por janela de guilhotina de moldura decorada ladeado por pequeno vão. Pano de edifício anexo com uma porta e pano S. do lagar. Portal de acesso ao pátio interior encimado por padieira com data inscrita: "1744". Alçado O.: pano correspondente ao lagar e cozinha encimada por imponente chaminé em silhares graníticos rematada por cornija e pináculos nos ângulos. No pano O correspondente à ala N. do edifício, no piso inferior adossam-se construções anexas e no piso superior rasgam-se três janelas, umas das quais geminada e decorada. A fachada N. é rebocada a branco nos primeiros panos e a bege no 3º, com portas e gradeamentos pintados a verde. O 1º pano tem porta térrea, que a diferença de cota do terreno permitiu abrir, flanqueada por pequenos vãos. No registo seguinte rasgam-se cinco vãos, três de maiores dimensões alternando com dois menores, e no último registo três janelas de sacada. No 2º pano abre-se porta térrea encimada por janela no piso superior e no 3º uma janela em cada um dos dois pisos. Remata com cornija. No telhado, uma trapeira abre para este lado.
sábado, 6 de julho de 2013
sábado, 24 de setembro de 2011
AZEITONA DE RIPA
AZEITONA DE RIPA
Apanha da Azeitona de Ripa e limpeza da mesma com um processo novo, chamado de “ Manuel António Afonso e Luís Carriço” – nome inventado por mim, que é de maior eficiência e de menor esforço, deixando de se usar as caixas de plástico. No fim a azeitona já vai limpa para os tanques de água e calibradas com outros produtos e são curadas. Depois irão para restaurantes ou conservas.
Os sacos utilizados são de 400 Kg e usados também na apanha da amêndoa
Agricultura mais moderna e mecanizada em Vilarelhos, freguesia de Alfândega da Fé no olival do senhor Afonso.
Desta azeitona de ripa se fazem também as ALCAPARRAS (azeitona esmigalhada sem caroço), pois a azeitona é maior e o caroço sai com mais facilidade, embora, também se faça Alcaparras de Azeitona de Azeite.
Espécies de Oliveiras de Azeitona de Azeite mais rentáveis, a Cordovil, a Verdial, a Cobrançosa e a Madural.
Espécies de Azeitona de Ripa mais rentáveis, a Negrinha de Freixo e Cordovil



Apanha da Azeitona de Ripa e limpeza da mesma com um processo novo, chamado de “ Manuel António Afonso e Luís Carriço” – nome inventado por mim, que é de maior eficiência e de menor esforço, deixando de se usar as caixas de plástico. No fim a azeitona já vai limpa para os tanques de água e calibradas com outros produtos e são curadas. Depois irão para restaurantes ou conservas.
Os sacos utilizados são de 400 Kg e usados também na apanha da amêndoa
Agricultura mais moderna e mecanizada em Vilarelhos, freguesia de Alfândega da Fé no olival do senhor Afonso.
Desta azeitona de ripa se fazem também as ALCAPARRAS (azeitona esmigalhada sem caroço), pois a azeitona é maior e o caroço sai com mais facilidade, embora, também se faça Alcaparras de Azeitona de Azeite.
Espécies de Oliveiras de Azeitona de Azeite mais rentáveis, a Cordovil, a Verdial, a Cobrançosa e a Madural.
Espécies de Azeitona de Ripa mais rentáveis, a Negrinha de Freixo e Cordovil
domingo, 18 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
HISTÓRIA
D. Pedro Fernandes de Bragança(1130 -?) foi um rico-homem e cavaleiro medieval do reino de Portugal e mordomo-mor de D. Afonso Henriques de Borgonha entre os anos de 1169 e 1175.
No século XII fez a doação de Vilarelhos, freguesia do concelho de Alfândega da Fé, situada na margem esquerda da Ribeira da Vilariça, no vale da Vilariça, no coração do nordeste transmontano ao mosteiro de Bouro.
No século XII fez a doação de Vilarelhos, freguesia do concelho de Alfândega da Fé, situada na margem esquerda da Ribeira da Vilariça, no vale da Vilariça, no coração do nordeste transmontano ao mosteiro de Bouro.
MALA-POSTA
Esta quinta foi, em tempos, estalagem da Mala-Posta da Estrada Real Lisboa-Bragança e possui um sítio de arte rupestre designado Poço da Moura.

MALA-POSTA

A Mala-Posta surgiu em Portugal inserida no processo de extinção do Ofício do Correio-Mor, que durante cerca de dois séculos esteve na posse da família Gomes da Mata, passando a ser explorado pelo Estado em 1797.
Nessa altura, na maior parte dos países europeus, os correios a pé ou a cavalo tinham já dado lugar ao transporte em carruagem e abrangiam também o transporte de passageiros.
Foi José Mascarenhas Neto, ao ser nomeado para o cargo de Superintendente Geral dos Correios e Postas do Reino, que instituiu o serviço da Mala-Posta. São de sua autoria o «Methodo para construir as Estradas de Portugal» e as «Instruções para o estabelecimento das Diligências entre Lisboa e Coimbra». Este regulamento estabelecia, além das normas de conduta que envolviam pessoal e passageiros, os percursos, as paragens e respectivos horários, nas «Estalagens» e «Casas de Posta», que deveriam ser assinaladas com as Armas Reais.
Com António Fontes Pereira de Melo à frente do Ministério das Obras Públicas, a partir de 1852, operam-se grandes remodelações nos serviços de comunicações. É utilizado o método «Mac-Adam» na estrada Lisboa-Porto, são adquiridas novas carruagens francesas e novos cavalos. As estações de muda também sofrem alterações, passando a ter um estilo arquitectónico tipificado e a servir também para os viajantes cearem e pernoitarem.
Em 1859, a ligação entre Lisboa e Porto através das carreiras da Mala-Posta fazia-se em 34 horas e passava por 23 estações de muda.
Apesar do bom serviço que as diligências prestavam nessa altura, a sua extinção foi irreversível com o aparecimento do comboio, muito embora se mantivessem em actividade durante mais algum tempo, como atestam os «Manuais do Viajante» da época.

Os percursos da Mala-Posta:
1º- De 1798 a 1804
- Mala-Posta de Lisboa a Coimbra
2º- De 1826 a 1831
- Mala-Posta de Vila Nova da Rainha às Caldas da Rainha: 1826 a 1827
- «Reais Diligências de Posta» entre Aldeia Galega e Badajoz: 1829 a 1831
3º- De 1852 a 1871
- Mala-Posta e Diligências entre Porto, Braga e Guimarães: 1852 a 1871
- Mala-Posta de Aldeia Galega a Badajoz: 1854 a 1863
- Mala-Posta de Lisboa ao Porto: 1855 a 1864
Com o estabelecimento da rede ferroviaria, terminaram as carreiras da mala posta, em 1864.
A viagem de Lisboa-Porto fazia-se em 34 horas, incluindo o tempo gasto nas 4 refeições que os passageiros tomavam pelo caminho - ceia nas Caldas da Rainha, almoço em Leiria, jantar em Coimbra e ceia em OL.dos Azemeis.
O preço da passagem era de 45 reis em 1ª classe e 30 Reis em 2ª classe.
Comunicações - Correio
Ainda sobre as comunicações, há algumas curiosidades que serão de referir.No início do século XIX já era entregue correio em todas as capitais de distrito de Portugal. As viagens demoravam:
Lisboa a Coimbra - 1 dia e 23 horas
Lisboa a Faro - 2 dias e 3 horas
Lisboa ao Porto - 3 dias
Lisboa a Bragança - 4 dias e 2 horas À chegada da mala-posta com o correio, era afixada uma lista dos destinatários das cartas ou encomendas postais.
A partir de 1805, é aos correios que se deve o início da afixação de nomes nas ruas e de números nas portas das casas. No início deste século XIX, inicia-se a distribuição domiciliária de correio em Lisboa e arredores, pelos “Carteiros”.Em 1821 foram implantados os primeiros marcos de correio na via pública.Em 1853 apareceu o primeiro selo de correio, no valor de 5 Reis.
Foi com Fontes Pereira de Melo que se efectuou uma grande reforma no serviço dos correios.

MALA-POSTAA Mala-Posta surgiu em Portugal inserida no processo de extinção do Ofício do Correio-Mor, que durante cerca de dois séculos esteve na posse da família Gomes da Mata, passando a ser explorado pelo Estado em 1797.
Nessa altura, na maior parte dos países europeus, os correios a pé ou a cavalo tinham já dado lugar ao transporte em carruagem e abrangiam também o transporte de passageiros.
Foi José Mascarenhas Neto, ao ser nomeado para o cargo de Superintendente Geral dos Correios e Postas do Reino, que instituiu o serviço da Mala-Posta. São de sua autoria o «Methodo para construir as Estradas de Portugal» e as «Instruções para o estabelecimento das Diligências entre Lisboa e Coimbra». Este regulamento estabelecia, além das normas de conduta que envolviam pessoal e passageiros, os percursos, as paragens e respectivos horários, nas «Estalagens» e «Casas de Posta», que deveriam ser assinaladas com as Armas Reais.
Com António Fontes Pereira de Melo à frente do Ministério das Obras Públicas, a partir de 1852, operam-se grandes remodelações nos serviços de comunicações. É utilizado o método «Mac-Adam» na estrada Lisboa-Porto, são adquiridas novas carruagens francesas e novos cavalos. As estações de muda também sofrem alterações, passando a ter um estilo arquitectónico tipificado e a servir também para os viajantes cearem e pernoitarem.
Em 1859, a ligação entre Lisboa e Porto através das carreiras da Mala-Posta fazia-se em 34 horas e passava por 23 estações de muda.
Apesar do bom serviço que as diligências prestavam nessa altura, a sua extinção foi irreversível com o aparecimento do comboio, muito embora se mantivessem em actividade durante mais algum tempo, como atestam os «Manuais do Viajante» da época.
Os percursos da Mala-Posta:
1º- De 1798 a 1804
- Mala-Posta de Lisboa a Coimbra
2º- De 1826 a 1831
- Mala-Posta de Vila Nova da Rainha às Caldas da Rainha: 1826 a 1827
- «Reais Diligências de Posta» entre Aldeia Galega e Badajoz: 1829 a 1831
3º- De 1852 a 1871
- Mala-Posta e Diligências entre Porto, Braga e Guimarães: 1852 a 1871
- Mala-Posta de Aldeia Galega a Badajoz: 1854 a 1863
- Mala-Posta de Lisboa ao Porto: 1855 a 1864
Com o estabelecimento da rede ferroviaria, terminaram as carreiras da mala posta, em 1864.
A viagem de Lisboa-Porto fazia-se em 34 horas, incluindo o tempo gasto nas 4 refeições que os passageiros tomavam pelo caminho - ceia nas Caldas da Rainha, almoço em Leiria, jantar em Coimbra e ceia em OL.dos Azemeis.
O preço da passagem era de 45 reis em 1ª classe e 30 Reis em 2ª classe.
Comunicações - Correio
Lisboa a Coimbra - 1 dia e 23 horas
Lisboa a Faro - 2 dias e 3 horas
Lisboa ao Porto - 3 dias
Lisboa a Bragança - 4 dias e 2 horas À chegada da mala-posta com o correio, era afixada uma lista dos destinatários das cartas ou encomendas postais.
A partir de 1805, é aos correios que se deve o início da afixação de nomes nas ruas e de números nas portas das casas. No início deste século XIX, inicia-se a distribuição domiciliária de correio em Lisboa e arredores, pelos “Carteiros”.Em 1821 foram implantados os primeiros marcos de correio na via pública.Em 1853 apareceu o primeiro selo de correio, no valor de 5 Reis.
Foi com Fontes Pereira de Melo que se efectuou uma grande reforma no serviço dos correios.
VINHO
Já durante a ocupação romana se cultivava vinha e se fazia vinho nos vales do Alto Douro.A produção de vinhos na Região Demarcada do Douro é elevada, sendo cerca de 50% destinada à produção de Vinho do Porto. A restante é utilizada para a produção de vinhos de grande qualidade que utilizam a denominação de origem controlada "Douro" ou "Vinho do Douro".Sob esta denominação produzem-se vinhos brancos, tintos e rosados, vinhos espumantes e vinhos licorosos e, ainda, aguardentes de vinho. Os vinhos licorosos DOC Douro, produzidos a partir da casta Moscatel Galego Branco, utilizam a denominação "Moscatel do Douro".Situa-se no nordeste de Portugal, estendendo-se pelo vale do rio Douro e seus afluentes e abrange os distritos de Vila Real, Bragança, Viseu e Guarda.Esta região, rica em micro-climas como consequência da sua acidentada orografia, divide-se em três sub-regiões - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, produzindo cada uma delas vinhos com especificidades próprias.
Douro Superior
Os concelhos de Alfândega da Fé (freguesia de Vilarelhos), Freixo de Espada à Cinta (freguesias de Freixo de Espada à Cinta, Ligares, Mazouco e Poiares), Mirandela (as propriedades que foram de D. Maria Angélica de Sousa Pinto Barroso na freguesia de Frechas e as da Sociedade Clemente Meneres nas freguesias de Avantos, Carvalhais Frechas e Romeu), Torre de Moncorvo, (freguesias de Açoreira, Adeganha, Cabeça Boa, Horta, Lousa, Parede dos Castelhanos, Torre de Moncorvo e Urros), Vila Flor (freguesias de Assares, Freixiel, Lodões, Roios, Sampaio, Santa Comba da Vilariça, Seixo de Manhoses, Vale Frechoso e Vilarinho das Azenhas, as Quintas da Peça e das Trigueiras e as Propriedades de Vimieiro, situadas na freguesia de Vilas Boas e Vila Flor) do distrito de Bragança.Os concelhos de Figueira Castelo Rodrigo (freguesia de Escalhão), Meda (freguesias de Fontelonga, Longroiva, Meda, e Poço do Canto) e o concelho de Vila Nova de Foz Côa, do distrito da Guarda.
Douro Superior
Os concelhos de Alfândega da Fé (freguesia de Vilarelhos), Freixo de Espada à Cinta (freguesias de Freixo de Espada à Cinta, Ligares, Mazouco e Poiares), Mirandela (as propriedades que foram de D. Maria Angélica de Sousa Pinto Barroso na freguesia de Frechas e as da Sociedade Clemente Meneres nas freguesias de Avantos, Carvalhais Frechas e Romeu), Torre de Moncorvo, (freguesias de Açoreira, Adeganha, Cabeça Boa, Horta, Lousa, Parede dos Castelhanos, Torre de Moncorvo e Urros), Vila Flor (freguesias de Assares, Freixiel, Lodões, Roios, Sampaio, Santa Comba da Vilariça, Seixo de Manhoses, Vale Frechoso e Vilarinho das Azenhas, as Quintas da Peça e das Trigueiras e as Propriedades de Vimieiro, situadas na freguesia de Vilas Boas e Vila Flor) do distrito de Bragança.Os concelhos de Figueira Castelo Rodrigo (freguesia de Escalhão), Meda (freguesias de Fontelonga, Longroiva, Meda, e Poço do Canto) e o concelho de Vila Nova de Foz Côa, do distrito da Guarda.
PESCA AO ACHIGÃ

A barragem de Vilarelhos, no concelho de Alfândega da Fé, foi o local escolhido por um grupo de pescadores de diversos pontos do País, que se juntou para um dia de pesca ao achigã.
A prova, organizada pelo Clube de Caça e Pesca de Alfândega da Fé (CCPAF).
O tamanho e a quantidade de peixe surpreenderam os pescadores desportivos, que apostam na pesca sem morte. Ou seja, devolvem as espécies ao seu habitat depois de terem o prazer de as retirar da água.A pesca sem morte também é cada vez mais frequente. Aqueles que lançam a cana, apenas pelo gosto de apreciar o tamanho dos peixes, devolvem-nos, posteriormente, à água, para que possam ser pescados em provas futuras.
O maior achigã retirado das águas da barragem de Vilarelhos tinha 53 centímetros .Este convívio contou com o apoio da APPA- Associação Portuguesa de Pesca do Achigã.
A prova, organizada pelo Clube de Caça e Pesca de Alfândega da Fé (CCPAF).
O tamanho e a quantidade de peixe surpreenderam os pescadores desportivos, que apostam na pesca sem morte. Ou seja, devolvem as espécies ao seu habitat depois de terem o prazer de as retirar da água.A pesca sem morte também é cada vez mais frequente. Aqueles que lançam a cana, apenas pelo gosto de apreciar o tamanho dos peixes, devolvem-nos, posteriormente, à água, para que possam ser pescados em provas futuras.
O maior achigã retirado das águas da barragem de Vilarelhos tinha 53 centímetros .Este convívio contou com o apoio da APPA- Associação Portuguesa de Pesca do Achigã.
Nome vulgar: AchigãNome científico: Micropterus Salmoides
Família: CentrarchidaeOrdem: Perciformes
Meio ambiente: Bento pelágico; não migratória;pH: 7.0 - 7.5;Profundidade: - 7 Metros
Clima: Temperado.Temperatura: 10 - 35°C
Origem
O achigã é originário do sul do Canadá e norte dos Estados Unidos da América e foi introduzido na Europa no final do século XIX.
O achigã é originário do sul do Canadá e norte dos Estados Unidos da América e foi introduzido na Europa no final do século XIX.
Distribuíção Geográfica
Portugal:O achigã foi introduzido pela primeira vez em Portugal em 1898, na Lagoa das Sete Cidades, S. Miguel, nos Açores.No continente, no entanto, apenas em 16 de Fevereiro de 1952, através de um pequeno número de alevins (150), provenientes de uma piscicultura francesa, a Piscicultura de Clouzioux. O Achigã teve uma excelente adaptação e espalhou-se rapidamente por todas as bacias hidrográficas, particularmente a sul do Rio Tejo, sendo hoje considerado um dos predadores que mais tem contribuído para uma clara diminuição de outras pequenas espécies, nomeadamente nas albufeiras.Brasil:foi introduzido no Brasil na década de 30 e habita várias represas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
Caracteristícas
Possui um corpo altivo e alongado, uma cabeça grande e de boca larga e com numerosos e minúsculos dentes, justificadamente agressiva, possui um dorso e cabeça de coloração verde escuro ou oliváceo, com flancos dourados, ventre branco, a linha lateral tem uma fiada de manchas castanhas ou negras, bem visível nos adultos e o opérculo tem duas barras escuras e uma mancha preta. Tem uma barbatana dorsal dividida em duas partes, tendo a primeira raios espinhosos, tendo ainda na boca uma maxila inferior proeminente e mais saliente do que a superior.
Habitat
Caracteriza-se como um peixe de águas temperadas ou pouco frias, habitando em locais com vegetação aquática nas albufeiras e lagoas, aparecendo também em alguns troços médios e inferiores dos rios, e habitualmente vive solitário ou em pequenos grupos. É uma espécie de superfície não excedendo normalmente os 7 metros de profundidade e que suporta bem as águas salobras.Pode medir até 80 cms. e possuir um peso máximo de cerca de 10 kgs., sendo estas medidas mais reduzidas nos exemplares europeus.
Alimentação
O Achigã adulto é um predador muito voraz, alimentando-se preferencialmente de outros peixes e crustáceos e também de insectos aquáticos.Os mais novos têm a sua alimentação baseada em insectos, crustáceos e moluscos enquanto que os alevins se alimentam de plancton.
Reprodução
Durante o período de reprodução, de Abril a Junho, o macho tem um comportamento territorial, protegendo o ninho até os novos terem 3 a 4 semanas de idade. Após este período, permanece em cardumes pouco numerosos durante mais 2 ou 3 meses.A desova ocorre quando a temperatura da água atinge os 16 a 18ºC, cada fêmea deposita entre 4.000 e 10.000 ovos em locais de fraca corrente e pouca profundidade, em ninhos feitos pelos machos sobre camadas de pedras, cascalho, areia ou entre raízes aquáticas, ficando os ovos aderentes ao substracto do ninho, o qual é bem guardado e onde procura agitar-se constantemente para melhor oxigenação dos ovos. Após a postura, a companheira é expulsa do ninho, chegando mesmo a ser caçada, podendo ainda o macho atrair outra fêmea.
Portugal:O achigã foi introduzido pela primeira vez em Portugal em 1898, na Lagoa das Sete Cidades, S. Miguel, nos Açores.No continente, no entanto, apenas em 16 de Fevereiro de 1952, através de um pequeno número de alevins (150), provenientes de uma piscicultura francesa, a Piscicultura de Clouzioux. O Achigã teve uma excelente adaptação e espalhou-se rapidamente por todas as bacias hidrográficas, particularmente a sul do Rio Tejo, sendo hoje considerado um dos predadores que mais tem contribuído para uma clara diminuição de outras pequenas espécies, nomeadamente nas albufeiras.Brasil:foi introduzido no Brasil na década de 30 e habita várias represas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
Caracteristícas
Possui um corpo altivo e alongado, uma cabeça grande e de boca larga e com numerosos e minúsculos dentes, justificadamente agressiva, possui um dorso e cabeça de coloração verde escuro ou oliváceo, com flancos dourados, ventre branco, a linha lateral tem uma fiada de manchas castanhas ou negras, bem visível nos adultos e o opérculo tem duas barras escuras e uma mancha preta. Tem uma barbatana dorsal dividida em duas partes, tendo a primeira raios espinhosos, tendo ainda na boca uma maxila inferior proeminente e mais saliente do que a superior.
Habitat
Caracteriza-se como um peixe de águas temperadas ou pouco frias, habitando em locais com vegetação aquática nas albufeiras e lagoas, aparecendo também em alguns troços médios e inferiores dos rios, e habitualmente vive solitário ou em pequenos grupos. É uma espécie de superfície não excedendo normalmente os 7 metros de profundidade e que suporta bem as águas salobras.Pode medir até 80 cms. e possuir um peso máximo de cerca de 10 kgs., sendo estas medidas mais reduzidas nos exemplares europeus.
Alimentação
O Achigã adulto é um predador muito voraz, alimentando-se preferencialmente de outros peixes e crustáceos e também de insectos aquáticos.Os mais novos têm a sua alimentação baseada em insectos, crustáceos e moluscos enquanto que os alevins se alimentam de plancton.
Reprodução
Durante o período de reprodução, de Abril a Junho, o macho tem um comportamento territorial, protegendo o ninho até os novos terem 3 a 4 semanas de idade. Após este período, permanece em cardumes pouco numerosos durante mais 2 ou 3 meses.A desova ocorre quando a temperatura da água atinge os 16 a 18ºC, cada fêmea deposita entre 4.000 e 10.000 ovos em locais de fraca corrente e pouca profundidade, em ninhos feitos pelos machos sobre camadas de pedras, cascalho, areia ou entre raízes aquáticas, ficando os ovos aderentes ao substracto do ninho, o qual é bem guardado e onde procura agitar-se constantemente para melhor oxigenação dos ovos. Após a postura, a companheira é expulsa do ninho, chegando mesmo a ser caçada, podendo ainda o macho atrair outra fêmea.
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